Ar-condicionado automotivo, veja alguns cuidados básicos

18/01/2017 - 16:25min

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O ar-condicionado automotivo é sempre usado constantemente. Para que ele funcione perfeitamente veja alguns cuidados básicos que os especialistas apontam.

De acordo Geraldo Barbosa de Lima Filho, um dos proprietários da Super Ar, empresa de manutenção e higienização de ar-condicionado automotivo, o ideal em situações de uso constante é que pelo menos uma vez por semana, antes de desligar o veículo, acione-se o ar quente para secar o sistema de refrigeração e evitar a formação de fungos e bactérias.

“Depois de usar o ar-condicionado é como se deixássemos um pano úmido dentro de uma gaveta fechada, que neste caso é a caixa de ar”, afirma Filho. “Como o local não tem ventilação, com o tempo a umidade pode gerar fungos e bactérias e o ar quente ajuda a combatê-los.”

No uso urbano, fechar a entrada de ar externo evita o acúmulo de poeira no sistema. “Mas se for pegar uma estrada, para uma viagem longa, o motorista deve deixar essa entrada aberta para renovar o ar no interior do veículo”, afirma o proprietário da Super Ar.

Mesmo que o motorista tome todos esses cuidados, em cidades com grande índice de poluição, como São Paulo e Rio de Janeiro, a higienização deve ser feita a cada seis meses. “Em carros mais antigos, em que o sistema de ar-condicionado não utiliza filtros de ar, a limpeza da caixa de ar deve ser ainda mais frequente”, afirma Jair Silva, supervisor de serviços da Affinia Automotiva, fabricante de filtros de ar.

Para os filtros, a recomendação é que eles sejam trocados a cada 15 mil quilômetros ou um ano. “O proprietário do veículo sabe que a troca do filtro já passou da hora quando as saídas de ar começam a emitir partículas sólidas, mau cheiro ou quando o ar-condicionado fica ineficiente”, afirma Silva.

A localização do filtro de ar depende da fabricante do veículo e do modelo e, por isso, apesar de simples, a troca deve ser feita por um especialista.

Alguns modelos têm um sistema que aguarda de 3 a 5 segundos para religar o sistema de refrigeração, para evitar danos ao compressor do ar. “Mas há veículos que não dispõe deste sistema e ao ligar o carro, o ar liga junto e toda a força do motor é enviada ao compressor, que pode romper com o tempo”, diz Filho.

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